08/07/2013

9 de Julho - feriado em São Paulo



Introdução

Dia 9 de julho é feriado em todo o Estado de São Paulo. Mas por que 9 de julho é feriado? E por que só em São Paulo? Nove de julho, além de ser o nome de uma das principais avenidas da maior cidade da América do Sul, marca o início da chamada Revolução Constitucionalista de 1932. Como o próprio nome diz, a revolução, que acabou com mais de 600 mortes, era uma reivindicação feita pela sociedade paulista por uma nova constituição após a entrada de Getúlio Vargas na Presidência do Brasil.

A data, no entanto, só se tornou feriado em 1997, por determinação do então governador Mário Covas. Conheça a seguir um pouco da história desses voluntários que perderam a guerra, mas conseguiram impor ao novo ditador a redação de uma constituição.

Revolução Constitucionalista de 1932

Até 1930, o Brasil passou por um período conhecido como República Velha. A principal característica dessa fase política era a alternância de poder entre as elites paulistas e mineiras, o que criou a chamada “política café com leite”, em alusão aos dois principais produtos destes estados. Assim, a cada quatro anos, ou um paulista ou um mineiro tornava-se presidente da República.

No final da década de 1920, essas forças políticas se tornaram débeis por causa de fatos como as greves operárias da década e o movimento tenentista (dissidência de oficiais do exército). Com a crise na Bolsa de Valores de Nova York, em 1929, essa elite que dependia economicamente das exportações se enfraqueceu ainda mais. 

Na época, havia eleições “diretas” para presidência. Esses votos, no entanto, não eram universais. Além das mulheres não poderem votar, as eleições eram amplamente fraudadas, com a utilização do chamado “voto de cabresto” (quando os líderes políticos vigiavam os votos dos seus eleitores, que não eram secretos). Disputaram o pleito o paulista Júlio Prestes e o gaúcho Getúlio Vargas.

Prestes “ganhou”, mas não levou. Antes da saída do então presidente Washington Luiz do poder, houve o assassinato do candidato a vice-presidência na chapa de Getúlio, João Pessoa, provavelmente fruto de um crime passional. A morte foi o estopim para a Revolução de 1930, quando Getúlio Vargas tomou o poder.

O governo provisório de Getúlio prometeu uma nova constituição, mas nada ocorreu no primeiro ano. Enquanto isso, principalmente em São Paulo, a resistência ao governo continuou. O movimento se ampliou depois que quatro manifestantes foram mortos por policiais durante um protesto pró-constituição no dia 23 de maio. Mário Martins de Almeida, de 31 anos; Euclydes Bueno Miragaia, de 21; Dráusio Marcondes de Souza, 14 anos, e Antônio Américo de Camargo Andrade, de 30, acabaram tornando-se símbolos do movimento. As iniciais dos seus nomes mais usados formaram a sigla M.M.D.C. (Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo) e batizou a campanha. 

No dia 9 de julho, o ex-candidato Júlio Prestes, com apoio do interventor de São Paulo Pedro de Toledo, deu o estopim para a revolução. O Estado se mobilizou, milhares de pessoas tornaram-se voluntárias, moradores chegaram a doar jóias e ouro pela causa e a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) determinou que várias indústrias produzissem material bélico. No final, São Paulo tinha 40 mil soldados, divididos em três frentes principais de combate: as fronteiras com o sul de Minas Gerais e o norte do Paraná e o Vale do Paraíba.
A desigualdade entre as tropas constitucionalistas e as getulistas era grande. Além de um arsenal menor, o número de soldados paulistas era pequeno em relação aos adversários. O governo federal fez uma campanha contra o movimento difundindo a idéia de que São Paulo queria se separar do Brasil, o que ajudou a angariar voluntários. 

A intenção dos paulistas era receber apoio de setores insatisfeitos de outros Estados como Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Mato Grosso. Esses movimentos, no entanto, foram rapidamente inibidos. Em 3 de outubro, as tropas se renderam, após serem negociadas a anistia para os soldados e o exílio para as lideranças.

Com mais de 600 mortos, principalmente paulistas, a revolução acabou, mas teve como fruto uma nova constituição, promulgada em 1934.

07/07/2013

A origem do milho

O sacrifício de Nhara.

 

   Outra lenda dos índios Caingangues é a que explica a origem do milho, Ei-la:
   Nhara era um velho índio que sofria muito com a falta de alimentos com que lutava o seu povo. Resolveu então oferecer a vida a Tupã, para que, do seu sacrifício resultasse um bom alimento para os índios de sua tribo.
   Chamou seus filhos e genros e mandou que eles fizessem um roçado nos taquarais e depois, os queimassem. Feito isso, ordenou que o conduzissem ao meio do roçado. Chegando ali, falou aos filhos e genros:
- Tragam cipós grossos. Quando estes lhe foram trazidos, o velho disse:
- Agora vocês amarrem os cipós ao meu pescoço, arrastem-me pela roça, em todas as direções e quando eu estiver morto, enterrem-me no centro dela e vão para o mato pelo espaço de três luas. Passado esse tempo, quando voltarem, hão de achá-la coberta de frutos que, plantamos todos os anos, livrarão vocês da fome.
   Os filhos e genros de Nhara começaram a chorar dizendo que não fariam tal coisa. Mas o velho falou com energia:
- O que ordeno é para o bem de vocês; se não fizerem o que mando, viverão sofrendo e muitos morrerão de fome. Além disso, estou muito velho e cansado de viver.
   Os índios choraram copiosamente, mas tiveram que cumprir a ordem de Nhara. Em seguida, foram para a floresta colher frutas. Passadas as três luas, voltaram e encontraram a roça coberta de uma planta com espigas, cheias de frutinhas douradas, a que deram o nome de milho. Quando as plantas ficaram maduras, chamaram todos os parentes e repartiram com eles as espigas.
   É por essa razão que os índios Caingangues têm o costume de plantar em suas roças e irem caçar e comer frutas durante três ou quatro luas. O milho é deles; é da sua terra; não foram os brancos que o trouxeram. Deram ao milho o nome de Nhara, em lembrança do bom velhinho que tinha este nome e que, com seu sacrifício o produziu.

06/07/2013

Nosso cérebro lê automaticamente-muito legal


"Dizem os estudiosos que se você conseguir ler as 3 primeiras linhas, as
outras o cérebro lêe automaticamente.

3M UM D14 D3 V3R40, 3574V4 N4 PR414,0853RV4ND0 DU45 CR14NC45 8R1NC4ND0 N4 4R314.
3L45 7R484LH4V4M MU170 C0N57RU1ND0 UM C4573L0 D3 4R314,C0M 70RR35, P4554R3L45 3 P4554G3NS 1N73RN45.

QU4ND0 3575V4M QU453 4C484ND0,V310 UM4 0ND4 3 D357RU1U 7UD0,R3DU21ND0 0 C4573L0 4 UM M0N73 D3 4R314 3 35PUM4.

4CH31 QU3,D3P015 D3 74N70 35F0RC0 3 CU1D4D0, 45 CR14NC45 C41R14M N0 CH0R0,C0RR3R4M P3L4 PR414, FUG1ND0 D4 4GU4,R1ND0 D3 M405 D4D45 3 C0M3C4R4M 4 C0N57RU1R 0U7R0 C4573L0.

C0MPR33ND1 QU3 H4V14 4PR3ND1D0 UM4 GR4ND3 L1C40; G4574M05 MU170 73MP0 D4 N0554 V1D4 C0N57RU1ND0 4LGUM4 C0154 3 M415 C3D0 0U M415 74RD3, UM4 0ND4 P0D3R4 V1R 3 D357RU1R 7UD0 0 QU3 L3V4M05 74N70 73MP0 P4R4 C0N57RU1R.

M45 QU4ND0 1550 4C0N73C3R 50M3N73 4QU3L3 QU3 73M 45 M405 D3 4LGU3M P4R4 53GUR4R,53R4 C4P42 D3 R3C0M3E4





Faxineiro da Microsoft



Um homem que estava desempregado, entra num concurso da Microsoft para ser faxineiro.

O Gerente de RH o entrevista, faz um teste (varrer o chão) e lhe diz : "O serviço é seu"; Me dê seu e-mail e eu lhe enviarei a ficha para preencher, e a data e hora em que deverá apresentar o serviço.

O homem, desesperado, responde que não tem computador, e muito menos, e-mail. O gerentede RH, disse que lamenta, mas se não tiver e-mail, quer dizer que virtualmente não existe e como não existe, não pode Ter o trabalho.

O homem sai, desesperado, sem saber o que fazer, somente tem R$ 10 no bolso.
Então decide ir ao supermercado e comprar uma caixa de 10 tomates. Bate de porta em porta vendendo os tomates a quilo, e, em menos de duas horas tinha conseguido duplicar o capital. Repete a operação mais três vezes e volta a casa com R$ 60.

Então, ele verifica que pode sobreviver dessa maneira, sai de casa cada dia mais cedo e volta mais tarde, e assim triplica ou quadruplica o dinheiro a cada dia. Pouco tempo depois, compra uma Kombi, depois troca por um caminhão e pouco tempo depois, chega a Ter uma pequena frota de veículos para distribuição.

Passados 5 anos, o homem é dono de uma das maiores distribuidoras de alimentos dos EUA. Pensando no futuro de sua família, decide tirar um seguro de vida. Chama um corretor, acerta um plano e quando a conversa acaba, o corretor lhe pede o e-mail para enviar a proposta. O homem disse que não tem e-mail.

Curioso, o corretor lhe disse : Você não tem e-mail e chegou a construir este império, imagine o que seria se você tivesse um e-mail !!!
O homem pensa e responde :
-Seria Faxineiro da Microsoft !!!

*Moral da História 1 : A internet não soluciona sua vida
*Moral da História 2: Se você quer ser faxineiro da Microsoft, procure Ter um e-mail.
* Moral da História 3 : Se você não tem e-mail e trabalha muito pode ser milionário.
* Se você recebeu isto por e-mail, você está mais perto de ser faxineiro do que ser milionário.