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14/08/2013

Criar caça palavras ou palavras cruzadas

Um excelente site para professores que desejam melhorar suas aulas com a criação de um caça palavras. Está em inglês porém pode seguir estes passos:

Clica no link abaixo

http://www.discoveryeducation.com/

Teacher
Puzzelmaker
Wordsearch
Step 1    Título
Step 5 Digita as palavras que queira criar separadas com vírgulas
Finaliza com Create my Puzzle

07/04/2013

A atitude suspeita (Veríssimo) - atividades

A atitude suspeita
(Luis Fernando Veríssimo)


Sempre me intriga a notícia de que alguém foi preso "em atitude suspeita". É uma frase cheia de significados. Existiriam atitudes inocentes e atitudes duvidosas diante da vida e das coisas e qualquer um de nós estaria sujeito a, distraidamente, assumir uma atitude que dá cadeia!
- Delegado, prendemos este cidadão em atitude suspeita.
- Ah, um daqueles, é? Como era a sua atitude?
- Suspeita.
- Compreendo. Bom trabalho, rapazes. E o que é que ele alega?
- Diz que não estava fazendo nada e protestou contra a prisão.
- Hmm. Suspeitíssimo. Se fosse inocente não teria medo de vir dar explicações.
- Mas eu não tenho o que explicar! Sou inocente!
- É o que todos dizem, meu caro. A sua situação é preta. Temos ordem de limpar a cidade de pessoas em atitudes suspeitas.
- Mas eu estava só esperando o ônibus!
- Ele fingia que estava esperando um ônibus, delegado. Foi o que despertou a nossa suspeita.
- Ah! Aposto que não havia nem uma parada de ônibus por perto. Como é que ele explicou isso?
- Havia uma parada sim, delegado. O que confirmou a nossa suspeita. Ele obviamente escolheu uma parada de ônibus para fingir que esperava o ônibus sem despertar suspeita.
- E o cara-de-pau ainda se declara inocente! Quer dizer que passava ônibus, passava ônibus e ele ali fingindo que o próximo é que era o dele? A gente vê cada uma...
- Não senhor delegado. No primeiro ônibus que apareceu ele ia subir, mas nós agarramos ele primeiro.
- Era o meu ônibus, o ônibus que eu pego todos os dias para ir para casa! Sou inocente!
- É a segunda vez que o senhor se declara inocente, o que é muito suspeito. Se é mesmo inocente, por que insistir tanto que é?
- E se eu me declarar culpado, o senhor vai me considerar inocente?
- Claro que não. Nenhum inocente se declara culpado, mas todo culpado se declara inocente. Se o senhor é tão inocente assim, por que estava tentando fugir?
- Fugir, como?
- Fugir no ônibus. Quando foi preso.
- Mas eu não estava tentando fugir. Era o meu ônibus, o que eu tomo sempre!
- Ora, meu amigo. O senhor pensa que alguém aqui é criança? O senhor estava fingindo que esperava um ônibus, em atitude suspeita, quando suspeitou destes dois agentes da lei ao seu lado. Tentou fugir e...
- Foi isso mesmo. Isso mesmo! Tentei fugir deles.
- Ah, uma confissão!
- Porque eles estavam em atitude suspeita, como o delegado acaba de dizer.
- O quê? Pense bem no que o senhor está dizendo. O senhor acusa estes dois agentes da lei de estarem em atitude suspeita?
- Acuso. Estavam fingindo que esperavam um ônibus e na verdade estavam me vigiando. Suspeitei da atitude deles e tentei fugir!
- Delegado...
- Calem-se! A conversa agora é outra. Como é que vocês querem que o público nos respeite se nós também andamos por aí em atitude suspeita? Temos que dar o exemplo. O cidadão pode ir embora. Está solto. Quanto a vocês...
- Delegado, com todo o respeito, achamos que esta atitude, mandando soltar um suspeito que confessou estar em atitude suspeita é um pouco...
- Um pouco? Um pouco?
- Suspeita.
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Estudo do Texto

1) Quando o delegado pergunta "Ah, um daqueles, é?". o que ele quis dizer com isso?

2) Por que se declarar inocente é algo suspeito?

3) Qual a teoria do delegado sobre as pessoas se declararem culpadas ou inocentes?

4) O homem tentou mesmo fugir de ônibus? Explique.

5) Por que a atitude dos policiais também era suspeita?

6) E por que a atitude do delegado também era suspeita?

7) A expressão "atitude suspeita" significa:
a) atitude previsível c) atitude criminosa
b) aitutde comum d) atitude duvidosa



06/04/2013

Adjetivos (Cruzadinha) - atividades

Complete a cruzadinha com ADJETIVOS, de acordo com as descrições a seguir:

1- Aquele que tem criatividade (criativo)
2- A pessoa que chora à toa (chorona)
3- Aquele que tem muito dinheiro (rico)
4- Aquele que trabalha muito (trabalhador)
5- Aquele que vive com desejo de vingança (vingativo)
6- Aquele que faz muita bagunça (bagunceiro)
7- A pessoa que tem medo de tudo (medrosa)
8- A pessoa que está sempre de bem com a vida, sorrindo (feliz)
9- Aquele que tem 2 metros de altura (alto)
10- Aquilo que não serve para nada, que não tem utilidade (inútil)
11- Aquele que tem talento (talentoso)
12- Aquilo que pesa pouco (leve)
13- Aquilo que pesa muito (pesado)
14- A pessoa que cuida muito de sua aparência (vaidosa)
15- Aquilo que custa um baixo valor, bem pouco (barato)
16- Aquele que estuda muito (estudioso)



Ortografia - G ou J (Cruzadinha) - atividades

Ortografia – G ou J

Complete a cruzadinha com palavras que se escrevem com G ou J, seguindo as pistas:
1 – Roupa própria para uma determinada situação (traje)
2 – Chefe espiritual dos indígenas (pajé)
3 – Pequeno objeto para pendurar no cordão (pingente)
4 – Taxa cobrada aos usuários de uma estrada (pedágio)
5 – Local onde se cria aves (granja)
6 – Maneira, modo (jeito)
7 – Livro para anotar os afazeres diários (agenda)
8 – Gratificação dada ao garçom, por ter sido bem servido (gorjeta)
9 – Instrumento de ferro para prender os braços pelos pulsos (algema)
10 – Pessoa que tem loja de comércio (lojista)
11 – Aquele que leva e traz mensagens (mensageiro)
12 – Desgraça, situação que assusta, desperta horror (tragédia)
13 – Espaço para percorrer de um ponto a outro, percurso (trajeto)
14 – Período de experiência no trabalho (estágio)
15 – Revista de história em quadrinhos (gibi)
16 – Vaso com boca larga para colocar alimentos tigela)
17 – Doce pastoso feito de frutas cozidas em calda de açúcar (geleia)
18 – O dia em que se está (hoje)
19 - Tecido da mucosa bucal onde estão implantados os dentes (gengiva)
20 – Mingau de milho branco com leite, muito comum na Semana Santa (canjica)



FW: O menino e o arco-íris-atividade



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O menino e o arco-íris



          Era uma vez um menino curioso e entediado. Começou assustando-se com as cadeiras, as mesas e os demais objetos domésticos. Apalpava-os, mordia-os e jogava-os no chão: esperava certamente uma resposta que os objetos não lhe davam. Descobriu alguns objetos mais interessantes que os sapatos: os copos – estes, quando atirados ao chão, quebravam-se. Já era alguma coisa, pelo menos não permaneciam os mesmos depois da ação.



          Mas logo o menino (que era profundamente entediado) cansou-se dos copos: no fim de tudo era vidro e só vidro. Mais tarde pôde passar para o quintal e descobriu as galinhas e as plantas. Já eram mais interessantes, sobretudo as galinhas, que falavam uma língua incompreensível e bicavam a terra. Conheceu o peru, a galinha-d´Angola e o pavão. Mas logo se acostumou a todos eles, e continuou entediado como sempre.



Não pensava, não indagava com palavras, mas explorava sem cessar a realidade.

Quando pôde sair à rua, teve novas esperanças: um dia escapou e percorreu o maior espaço possível, ruas, praças, largos onde meninos jogavam futebol, viu igrejas, automóveis e um trator que modificava um terreno. Perdeu-se. Fugiu outra vez para ver o trator trabalhando. Mas eis que o trabalho do trator deu na banalidade: canteiros para flores convencionais, um coreto etc. E o menino cansou-se da rua, voltou para o seu quintal.



          O tédio levou o menino aos jogos de azar, aos banhos de mar e às viagens para a outra margem do rio. A margem de lá era igual à de cá. O menino cresceu e, no amor como no cinema, não encontrou o que procurava. Um dia, passando por um córrego, viu que as águas eram coloridas. Desceu pela margem, examinou: eram coloridas!



          Desde então, todos os dias dava um jeito de ir ver as cores do córrego. Mas quando alguém lhe disse que o colorido das águas provinha de uma lavanderia próxima, começou a gritar que não, que as águas vinham do arco-íris. Foi recolhido ao manicômio.

E daí?

(GULLAR, Ferreira. O menino e o arco-íris. São Paulo: Ática, 2001. p. 5)


01. "Mas logo se acostumou a todos eles". O termo em destaque refere-se no texto a

(A) animais no quintal.

(B) cadeiras e mesas.

(C) sapatos e copos.

(D) jogos de azar.


02. Pode-se concluir que o tema do texto é

(A) a curiosidade.

(B) a insatisfação.

(C) a natureza.
(D) a saudade.


03. De acordo com o texto, o menino procurava, desde criança, por

(A) alguma coisa surpreendente.

(B) galinhas e plantas interessantes.

(C) um arco-íris.

(D) banhos de mar.


04. "E daí?" A frase final da crônica demonstra que a opinião do narrador sobre o destino do menino é de

(A) pena e desespero.

(B) simpatia e aprovação.

(C) indiferença e conformismo.

(D) esperança e simpatia.



05. "Desceu pela margem, examinou: eram coloridas!"

No trecho, os sinais de pontuação empregados assinalam

(A) o tédio do menino.

(B) a surpresa do menino.

(C) a dúvida do narrador.

(D) o comentário do narrador.












Por que algumas aves voam em bando formando um V?



            Elas parecem ter ensaiado. Mas é claro que isso não acontece. Quem nunca viu ao vivo, já observou em filme ou desenho animado aquele bando de aves voando em "V". Segundo os especialistas, esta característica de voo é observada com mais frequência nos gansos, pelicanos, biguás e grous.

Há duas explicações para a escolha dessa formação de voo pelas aves.



            A primeira consiste na economia de energia que ela proporciona. Atrás do corpo da ave e, principalmente, das pontas de suas asas, a resistência do ar é menor e, portanto, é vantajoso para as aves voar atrás da ave dianteira ou da ponta de sua asa. Ou seja: ao voarem desta forma, as aves poupariam energia, se esforçariam menos, porque estariam se beneficiando do deslocamento de ar causado pelas outras aves. Isso explicaria, até, a constante substituição do líder nesse tipo de bando.



            Essa é a primeira explicação para o voo em "V". E a segunda? O que diz? Ela sustenta que esse tipo de voo proporcionaria aos integrantes do bando um melhor controle visual do deslocamento, pois em qualquer posição dentro do "V" uma ave só teria em seu campo de visão outra ave, e não várias. Isso facilitaria todos os aspectos do voo. Os aviões militares de caça, por exemplo, voam nesse mesmo tipo de formação, justamente para ter um melhor campo de visão e poder avistar outros aviões do mesmo grupo.



Essas duas explicações não são excludentes. É bem possível que seja uma combinação das duas o que torna o vôo em "V" favorável para algumas aves.

(NACINOVIC, Jorge Bruno, Por que algumas aves... Ciência Hoje das Crianças,

Rio de Janeiro, n. 150, set. 2004.)

06. Bandos de aves e aviões militares de caça têm em comum

(A) o objetivo de economizar energia.
(B) a necessidade de ter um bom campo de visão.
(C) a preferência por vôos longos.
(D) a substituição permanente do líder.
07. Segundo o texto, as aves poupam energia voando em "V" porque

(A) podem obter melhor controle visual do deslocamento.
(B) podem se ajudar mutuamente durante longos percursos.
(C) são beneficiadas pelo deslocamento do ar causado pelas aves da frente.
(D) têm o instinto de sempre seguir o líder do bando em seu itinerário.
08. Pode-se afirmar que o texto

(A) conta uma história curiosa e divertida sobre pássaros.
(B) defende uma opinião sobre uma questão científica.
(C) explica os movimentos das aves com base em informações científicas.
(D) noticia uma descoberta científica ultrapassada sobre o voo das aves.
09. O texto tem como tema um aspecto particular da vida de algumas aves:

(A) a economia de energia.
(B) o modo de voar.
(C) a semelhança entre elas e os aviões.
(D) o formato das asas.
10. "Isso explicaria, até, a constante substituição do líder nesse tipo de bando."
Com base no texto, pode-se concluir que o líder é substituído constantemente
porque essa posição

(A) é cobiçada por todas as aves do bando.
(B) é a mais importante do grupo.
(C) consome muito mais energia.
(D) proporciona melhor controle visual.
Jerônimo J


FW: O sino e o sono-atividades




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O SINO E O SONO

Pareceu-me ouvir um sino bater: consultei o relógio. Uma hora da madrugada! Para quem quer sair do hotel, aí pelas sete horas, é preciso aproveitar o tempo e dormir bem.

(Eu tenho uma amiga que sempre verifica de que são feitos os colchões dos hotéis. Penso nisto porque este não me parece muito cômodo.)

A noite me infunde um sentimento de infinita humildade: entre as outras orações, cada um de nós podia dizer ainda: "Deus, recebe-me em Teus braços, toma conta de mim, sou, na Tua vontade, como um pássaro caído no mar!" Mas é curioso: neste quarto de hotel essas palavras e esses sentimentos não produzem aquele efeito de aconchego e ternura que parecem palpáveis no ambiente da minha casa! Até as paredes são diferentes em sensibilidade – penso. E fecho os olhos pensando.

(É verdade que eu não uso travesseiro. Mas seria difícil usar travesseiros como estes. De que serão feitos? Aquela minha amiga examina os travesseiros, também.)

O sino torna a bater. Ah! Estamos perto de um relógio que marca todos os quartos de hora! Meu Deus, como o tempo voa! É preciso dormir antes que seja uma hora e meia...

(Mas esta cama acaba logo ali ... Se eu medisse um metro e oitenta, não me seria possível ocupá-la! Que coisa estranha: no infinito da noite e do sono, este limite de madeira, ameaçador! Mas uma noite passa depressa, não tem importância. No entanto, como é difícil descansar assim!)

(Novamente o sino bate: uma hora e meia!)

Recordo vários métodos de conciliar o sono. Deixar o corpo solto como um vestido abandonado. Ir pensando em coisas cada vez mais distantes: a rua, a cidade, a estrada, o país, o Mundo, o espaço, a eternidade ...

(Mas o sino bate uma hora e quarenta e cinco minutos!)

Continuo a recordar. Como se dorme mais facilmente? Sobre o lado direito ou o esquerdo? Ah, onde foi que eu li que é bom pensar nas pontas dos pés, para desviar a circulação etc. ... etc.? E quem disse que é bom tomar um copo de leite morno com bolachas, ao deitar, para o sono vir mais depressa?

(O sino bate duas horas.)

Duas horas! Agora dormirei com certeza. Já estou cansada de lutar com o comprimento da cama, com os pensamentos sobre a arte de dormir ... Fechai-vos, olhos meus, e esqueçamos tudo ...

(Ah, mas o sino bate duas e um quarto!)

Que idéia, construir-se um hotel em cima de um sino! E este sino onde fica? Abro a janela para ver. O sino está na minha frente. É um gigantesco relógio, que me fita com todos os seus números e ponteiros. Belo de ver. Belo de ouvir, também. Mas...

(E são duas e meia ...)

E não há nada a fazer, o sino vai batendo de quarto em quarto, de hora em hora, todas as horas da noite ... três, quatro, cinco ...

Talvez Olavo Bilac tenha pousado por aqui, alguma vez, e, desistindo de dormir, tenha tomado de um papel e começado a escrever:

"No ar sossegado um sino canta,

Um sino canta no ar sombrio ..."

É quase sempre assim: sobre uma adversidade, abre-se a flor da poesia. O som da poesia. Um sino muito alto, no meio da noite, no meio do sono ...

MEIRELES, Cecília. Escolha o seu sonho. (crônicas). 25 ed. Rio de Janeiro: Record, 2002, p.109 – 111.




01. O texto deixa claro que a narradora pretende dormir e

(A) fica com saudade de seu lar.

(B) busca hospedar-se em um chalé.

(C) incomoda-se com barulhos externos.

(D) hospeda-se próximo à casa da amiga.



02. Os parágrafos se sucedem intercalados por trechos entre parênteses, recurso pelo qual a narradora

(A) expressa o aborrecimento que lhe causa o sino.

(B) transcreve a fala de outro personagem.

(C) insere comentários paralelos.

(D) desenvolve narrativa central.


03. No período "Que ideia, construir um hotel em cima de um sino!", o trecho grifado e o ponto de exclamação ressaltam sentimentos de 

(A) perplexidade e discordância

(B) admiração e júbilo.

(C) conivência e resistência.

(D) repúdio e aceitação.






04. O tratamento dado ao tema e o modo como as informações são organizadas permitem classificar o texto como uma



(A) crônica reflexiva, que avalia criticamente um assunto polêmico , apresentando

opiniões e argumentos.

(B) crônica narrativa, que recupera condensadamente fatos e impressões

experimentados por um sujeito.

(C) crônica jornalística, que comenta objetivamente um acontecimento relevante da

atualidade.

(D) crônica de viagem, que relata detalhadamente as descobertas de uma experiência de deslocamento.



5.Pode-se dizer que o que motivou a escrita da crônica foi a



(A) amizade.

(B) humildade.

(C) novidade.

(D) adversidade.




ABELHAS CONTRA ARMAS DE GUERRA

Enxames de abelhas treinadas são a esperança mais recente para combater uma praga que infesta dezenas de países, as minas terrestres. Tais armas estão entre as perversas invenções do homem. Custam poucos dólares, mas para removê-las são necessários milhares de dólares e, muitas vezes, o custo de vidas humanas. Há milhares de mutilados, muitos deles crianças, em dezenas de países. Num artigo na revista científica "Optics Express", o americano Joseph Shaw e seus colegas contam como treinaram abelhas para encontrar minas com 97,5% de acurácia. Eles desenvolveram um sistema a laser que marca e identifica as abelhas rapidamente. As abelhas, na verdade, aprendem a reconhecer o cheiro de uma substância presente nas minas e que é inserida numa mistura doce com a qual são alimentadas. Segundo Shaw, o olfato dos insetos é melhor que o de cães e o risco de acidentes é reduzido a quase zero.

Revista O Globo. Rio de Janeiro, n. 55, ago. 2005, adaptado, p. 50.



6. No texto, afirma-se que
(A) muitas crianças ficam mutiladas em função de minas terrestres.
(B) muitos países gastam milhões de dólares fabricando minas terrestres.
(C) o emprego de laser para desarmar minas terrestres é barato.
(D) o cheiro das abelhas propicia o desarmamento de minas terrestres.

7. O texto deixa subentendido que
(A) a utilização de abelhas é um processo rápido e eficaz.
(B) minas terrestres são uma esperança de combate às abelha
(C) jornalistas americanos treinaram abelhas para a pesquisa.
(D) cães reduzem o risco de acidentes com abelhas.

8. A única opção que apresenta informações do texto dispostas na ordem "fato / consequente opinião sobre ele" é
 (A) treinamento de abelhas / esperança no combate às minas terrestres.
(B) perversidade dos homens / mau-trato às abelhas.
(C) mutilação de crianças / cura com sistema a laser.
(D) acurácia (precisão) no olfato das abelhas / substituição de abelhas pelos cães.




9. Leia as seguintes afirmações sobre o texto:
I. O autor utiliza aspas para destacar um conceito ou expressão de caráter científico, cujo significado possa ser inacessível a um leitor comum.
II. A referência a uma revista científica de prestígio internacional confere credibilidade ao texto, reforçando a veracidade das informações divulgadas.
Sobre as afirmações acima, é pertinente dizer que
(A) ambas são incorretas.
(B) apenas I é correta.
(C) apenas II é correta.
(D) ambas são corretas.

10. Considerando as principais informações presentes no texto, um outro título pertinente para ele é:

(A) Novas armas de guerra a custo zero.
(B) Insetos treinados combatem erros humanos.
(C) Países reúnem-se para discutir uso de minas.
(D) Acidentes com abelhas combatidos a laser.