13/11/14

Trabalho de português EJA 3ºs TERMOS A/B

                            

3º TERMOS  A /  B  RESENHA DE TEXTO NARRATIVO (Escolher neste blog a resenha)

• CAPA DIGITADA
• ATIVIDADES MANUSCRITAS



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CAPA DIGITADA no papel almaço com índice


1. NARRADOR (1ª OU 3ª PESSOA) (Retire do texto onde justifica sua resposta)
2. PERSONAGENS PRINCIPAIS 
(CARACTERÍSTICAS FÍSICAS E PSICOLÓGICAS) 
3. 
ESPAÇO ( Onde ocorre a trama da narrativa)
4. TEMPO NA NARRATIVA
5. ENREDO ( +- 10 LINHAS Resumo com as próprias palavras )
6. AUTOR DA OBRA (BREVE BIOGRAFIA)
7. VALEU A PENA LER A OBRA?
8. O QUE VOCÊS APRENDEU COM A LEITURA?

9. web grafia (qual o site que encontrou a resenha http://www.______________________

Observação: DATA DE ENTREGA ATÉ  DE 14 de Novembro DE 2014
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Os nomes próprios seguem regras de acentuação normais?

[Resposta] Os nomes próprios da língua portuguesa, oficializados no léxico, seguem as regras ortográficas estabelecidas para as palavras portuguesas, com as variantes em vigor. Por exemplo, deve-se acentuar o nome António porque é uma palavra proparoxítona, com a variante Antônio para o Brasil (no acordo de 1990 as grafias António ou Antônio serão válidas em toda a lusofonia).
É preciso, porém, ter cuidado com os nomes estrangeiros. As normas exigem que sejam escritos com os acentos peculiares nos países de origem. Por exemplo, deve escrever `Müller´. As comas são minhas, processo pelo qual eu sublinho que o nome não é português.
NOTA - A propósito deste assunto dos nomes estrangeiros, não deve esquecer que é necessário também respeitar a grafia estrangeira nos vocábulos derivados eruditamente de nomes próprios estrangeiros. Por exemplo, deve escrever `mülleriano´. E aqui as comas (também minhas) são a forma como, embora obedecendo à norma, eu exprimo que considero esta grafia estranha à índole da nossa língua. Tanto mais que a norma cai na incoerência de me obrigar ao trema, que, por outro lado, me foi proibido como português. Isto é, custa-me a aceitar que não possa escrever simplesmente muleriano.
Ao seu dispor,

http://www.ciberduvidas.com/pergunta.php?id=4776

12/11/14

Profº ou Prof. ?

 A ABREVIATURA DA PALAVRA PROFESSOR

 
      O costume de abreviar as palavras surgiu da necessidade de facilitar o árduo trabalho de copiar longos textos a mão. Foram tantas as abreviações surgidas ao longo dos séculos, que, para o leigo, muitos escritos antigos são praticamente ilegíveis. Quem já viu um pergaminho sabe do que estou falando. Felizmente, o surgimento da imprensa, da máquina de escrever e, moder­namente, do computador reduziu consideravelmente a necessidade das abre­viações, muitas delas criações pessoais, que só têm sentido aos olhos do autor.

       A criação de abreviações é livre. Todos podemos lançar mão desse prático recurso em nossas cópias e anotações.

        Existe, porém, ao lado da abreviação, uma forma de redução de pala­vras que se chama abreviatura. Enquanto a abreviação, por se destinar, antes de tudo, ao uso pessoal, não possui forma fixa, a abreviatura, por ser oficial, normatizada, não pode ser alterada e atém-se a algumas regras, das quais a principal é a exigência do ponto (ponto abreviativo).

        Vejamos o caso da palavra professor.

        Existe coisa mais fácil do que cortar a palavra após a quarta letra e acrescentar-lhe o ponto abreviativo?

    Há pessoas, no entanto, que gostam de complicar. E, não contentes com um procedimento tão simples, inventaram outra palavra, que só teria lugar no Livro das Aberrações Ortográficas. E o erro está em toda parte, até mesmo na fachada de um conhecido colégio de Macapá, para confirmar o que já sabemos: o des­conhecimento da língua portuguesa começa na escola.

       Mas que erro é esse? 

       O erro é este: 

       Escola Estadual Prof.º Gabriel de Almeida Café.

      A “bolinha” (º) que aparece ao final da errada abreviatura da palavraprofessor, nesse (mau) exemplo de descaso com a língua pátria, chama-seletra superior ou letra sobrescrita e, na ortografia oficial do Brasil, re­pre­senta, por clareza gráfica, a última letra da palavra original. Assim, temos:
 
     N.º = número    1.º = primeiro       Eng.º = engenheiro
     Dr.ª  = doutora     Ex.ª = excelência       Prof.ª = professora

      O que está  fazendo, então, aquele o sobrescrito numa palavra que termina em r

       A meu ver, ele está aí por influência da palavra professora, que, por terminar em a, recebe, ao ser reduzida, um a sobrescrito (ª) após o ponto abreviativo.

     A invencionice Prof.º (ou, pior ainda, Profº) estaria, portanto, correta para uma suposta palavra "professoro", que só existe na pronúncia de um japonês iniciante em língua portuguesa.

      Não complique, não erre.

      Escreva sempre: 

      Prof. João Fernandes
      Rua Prof. Daniel dos Santos
      Escola Estadual Prof. Gabriel de Almeida Café

 
 http://www.recantodasletras.com.br/gramatica/3178610
Loro Martins