05/07/2013

Hino nacional foi causa de prisão de Graciliano Ramos


Diz cineasta



Toda conversa sobre Graciliano Ramos esbarra no cineasta Nelson Pereira dos Santos. E o inverso é mais do que verdadeiro. Tem sido assim desde 1963, quando Pereira, 84, levou ao cinema uma dos clássicos do autor, "Vidas Secas" (1938). Quebrou na ocasião uma lei tão antiga e universal quanto os dez mandamentos: a de que livro bom rende filme ruim.

Vinte anos depois, repetiu a façanha, novamente com Ramos, ao adaptar o livro"Memórias do Cárcere" (1953). São os dois filmes mais famosos de Pereira, e, tal qual os livros que lhes serviram de base, dois marcos da cultura brasileira no século 20.

Graciliano e Pereira estarão ligados novamente na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). O escritor alagoano (1892-1953) é o homenageado do evento, que acontece de 3 a 7 de julho. Veja abaixo entrevista com o cineasta:


http://youtu.be/Dzlrf0idZcE

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